
Diretoria do Instituto da Inteligência no Brasil
O Instituto da Inteligência Brasil tem sede na cidade Foz do Iguaçu, no Paraná, uma cidade moderna, voltada para o futuro, perto da Argentina e do Paraguai.
Contacto com o Instituto da Inteligência Brasil: brasil@institutodainteligencia.net.
Visite o site em construção: www.institutodainteligencia.com.br
Nossa Visão, Filosofia, Objetivos e Serviços
Cidade Foz do Iguaçu
Conheça a região. Visite
.
Visão, Filosofia e Objectivos Estratégicos:
• Expandir com eficiência, rapidez e sustentabilidade a marca Instituto da Inteligência em todo o território nacional, tornando-a cada vez mais conhecida.
• Expandir com eficiência, rapidez e sustentabilidade a marca Instituto da Inteligência em todo o território nacional, tornando-a cada vez mais conhecida.
• Integrar a filosofia de negócios do Instituto da Inteligência de forma sólida e cooperativa em todas as ações de expansão.
• Servir de elemento de integração internacional e modelo de expansão para o Mercosul. (Argentina/Paraguay, inicialmente).
Produtos e Serviços:
• Serviços de Consultoria;
• Serviços de Consultoria;
• Formação, promoção e intervenção nas áreas da Saúde, Educação;
• Desenvolvimento de Talentos e Ciências Humanas;
• Psicologia Clínica; Psicologia da Educação; Neuropsicologia; Reabilitação Neuropsicológica; Prevenção de doenças neurológicas degenerativas;
• Apoio a Superdotados; Formação de Professores, Formação de Pais;
• Otimização Cerebral; Neuróbica (Neurofitness); Enriquecimento Cognitivo, Inovação & Criatividade; Inteligência Executiva e Liderança;
• Futurismo & Prospectiva (estudo de macrotendências sociais e econômicas).
Prepare-se para o futuro!!
Futuro! Eis uma palavra (uma ideia? uma abstração?) que se tornou corrente no mundo atual.Mais do que em qualquer outra época da história humana, a preocupação com o futuro beira, por vezes, as raias da obsessão! Não sem razão, diga-se. É que a velocidade dos acontecimentos e a globalização a que hoje estamos sujeitos faz com que a preocupação com o que se poderá passar no futuro imediato ou no futuro mais afastado se justifique.
As mudanças no nosso mundo estão a acelerar em tal velocidade que é lícito (é desejável) que dediquemos uma parte dos nossos pensamentos ao que presumivelmente vai afetar a nossa vida, a dos nossos filhos, a da nossa sociedade, a do mundo em geral.
Até há poucos anos, qualquer autor que se dedicasse a "olhar o futuro" era visto com desconfiança. A palavra visionário, que hoje faz parte do léxico da moderna gestão, era quase sinónima de adivinho. Hoje já tem outra conotação. Visionário é aquele que, estudando as grandes tendências de fundo da sociedade nas suas várias vertentes (culturais, tecnológicas, económicas, políticas, etc.), é capaz de antecipar cenários, definir estratégias e tomar decisões que irão ter um impacto importante na sua área de intervenção. Foram sempre os visionários que provocaram grandes mudanças na sociedade humana.
Os visionários olham para o futuro, trabalham com um horizonte de tempo mais amplo do que as pessoas vulgares. Hoje em dia, eles servem-se dos futurólogos para compreender os caminhos do futuro e tomarem decisões.
O futurólogo ou futurista é um especialista que faz, durante anos, estudos sobre a evolução da sociedade humana e elabora exames de prospectiva tentando aperceber-se para onde estamos a ir. Tal como a meteorologia, a futurologia moderna recolhe e actualiza a todo o momento o maior número possível de dados que lhe permita construir previsões, mapas de probabilidades e predicções. O futurológo não trabalha como os astrólogos; ele não lê o futuro pois este não está escrito nem nas estrelas nem em lado nenhum. É que o futuro ainda está por acontecer. Então, o futurólogo estuda e capta tendências, especialmente megatendências.
É, frequentemente, um consultor que trabalha para governos, grandes empresas, etc., que, obviamente, querem saber que tipo de mundo muito provavelmente vão encontrar dentro de meses e anos a fim de anteciparem estratégias, desenvolverem novos produtos e serviços, etc.
Alvin Toffler e John Naisbitt, estão entre os mais conhecidos futurólogos lidos no mundo. Mas um "novo" especialista, já com 30 anos de carreira, de seu nome James Canton, presidente executivo do Institute for Global Futures, um laboratório do futuro com sede na Califórnia, acaba de lançar uma obra fundamental "The Extreme Future", que em Portugal levou o estranho título de Sabe O que Vem Aí?. Conforme escreveu a prestigiada revista Forbes, trata-se de "um belíssimo trabalho sobre as tendências que moldarão o futuro".
James Canton acredita que o nosso futuro será sobretudo influenciado pelas seguintes dez grandes tendências: a globalização; os novos combustíveis; a medicina; as alterações climáticas; as novas descobertas da ciência; o futuro das pessoas; a economia da inovação; a nova força laboral; as questões de segurança e o futuro de alguns países (nomeadamente os Estados Unidos e a China).
O livro de J. Canton, com perto de 400 páginas, é quase uma história não improvável do futuro onde os nossos filhos vão viver e trabalhar. O futuro será deles mas somos nós, os adultos, quem está a assumir as transformações. Em parte. Um livro que a Academia de Sobredotados (Instituto da Inteligência, Portugal) recomenda especialmente aos pais de crianças e jovens de elevado potencial e talentosos.
Informe-se mais sobre este tema na nossa página Mentes para o Futuro.
Curiosidade!
Trabalho académico de arquitetura sobre o Instituto da Inteligência no Brasil. Um estudante finalista do curso superior de arquitectura de Salvador da Bahia escolheu o Instituto da Inteligência como tema para o seu trabalho final de graduação na Universidade Federal da Bahia. O trabalho consta da elaboração de um projeto arquitetónico de uma sede do instituto naquela cidade para responder à diversidade de serviços a prestar à comunidade local e regional (cidade e Estado da Bahia).
Uma nova mente para o futuro!
Com raras excepções, é devido à necessidade de resolver problemas que a nossa mente age em busca de soluções. Não havendo esse sentimento, ficamos embalados no conformismo e na acomodação das situações. E então nada acontece de novo.Nos últimos 150 anos o mundo transformou-se profunda e radicalmente. Podemos perceber diferentes vagas de mudança. O investigador e visionário Alvin Tofler aponta três. A primeira durou até à revolução industrial e era dominada pela agricultura. Depois seguiu-se a era industrial e, finalmente, a sociedade tecnológica que hoje vivemos. O mundo tornou-se numa “aldeia global”, ficou como que “plano”.
O incremento das relações humanas e a facilidade com que se processam atingiram valores impensáveis há apenas 20 anos. De um momento para outro, as organizações humanas (empresas, sobretudo) viram-se confrontadas com a necessidade de novas formas de gerir oseus negócios e interesses em todos os domínios: na produção, na comercialização, no financiamento, nas relações com os consumidores, etc.
As regras e as práticas da era industrial começaram a ficar obsoletas e a darem mostras de incompatibilidade com a natureza complexa, ambígua e indeterminada dos tempos atuais. O simples método da previsão, tão em voga na sociedade fabril, deixou de funcionar. Toda a previsão em negócios é agora um exercício de alto risco dada a cada vez maior instabilidade dos mercados, as modificações observadas ao nível da psicologia dos consumidores e ao cada vez mais curto ciclo de vida dos produtos.
A actual era exige dos gestores, empresários e governantes novas competências, novos saberes e sobretudo novos talentos. Já não basta ter vocação ou paixão pelos negócios ou pela pólítica. Isso não é garantia de sucesso. Agora é preciso mais, muito mais. As empresas, como as estruturas políticas, sentem cada vez mais a necessidade de contratarem os melhores colaboradores, não apenas os das posições superiores mas também os que desempenham actividades mais rotineiras e até aqui pouco estimadas como a das recepcionistas, por exemplo. Na verdade, a era que vivemos já não é a da informação e do conhecimento. Estamos sim na era da inteligência e do pensamento competitivo.
A inovação em gestão e em governação é vital. A atual crise financeira internacional é o reflexo de mudanças subterrâneas que estavam acontecendo e que anunciavam a nova era. Quase todas as empresas, mesmo as mais bem dotadas de genialidade, foram apanhadas de surpresa e assistem, incrédulas, ao desmoronar de crenças, normas, práticas, ideias e processos que serviram adequadamente na sociedade fabril mas que se tornaram quase inúteis nos novos tempos.É tempo de pensar rapidamente no que fazer. É urgente inovar na gestão. Não basta o apoio dos governos para a crise económica que afecta todo o mundo. Isso será apenas uma panaceia para cobrir problemas financeiros imediatos. É tempo de agir e preparar o futuro que já está à nossa frente.
A inovação passará também pelo ensino e a formação, setores que em geral se encontram desajustados das necessidades da era da inteligência. Um novo tipo de pensamento prático se torna urgente desenvolver nas escolas, nas universidades e nas empresas.
Finalmente, as leis de Darwin – que explicam a evolução dos sistemas vivos – estão mais atuais do que nunca no mundo empresarial: só os mais fortes, competitivos e inteligentes sobreviverão. Mas, ao contrário do que se passa no reino animal, onde a evolução acontece geralmente de forma gradual, sem grandes rupturas e descontinuidades, no mundo das instituições e das empresas, a evolução pode ser marcada por grandes saltos, bruscas viragens de direcção e eventos muito rápidos e imprevisíveis.
Assim sendo, razão terão alguns visionários que profetizam o desaparecimento de mais de 80% das empresas actuais nos próximos 5 a 10 anos em todo o mundo! É que poucas parecem ter massa cinzenta apurada para discernir sobre o que fazer realmente. Continuam agindo como na era fabril, estupefactas perante o infortúnio e a surpresa da mudança. Fecharão as portas.
Felizmente para a sociedade e a economia, ficarão aquelas que estão despertas para a natureza das transformações que terão de enfrentar e também as empresas de nova geração que estão desabrochando no horizonte.
Os tempos que vivemos são complexos e tempestuosos. Mas o mundo ficará melhor servido, com renovadas e melhores empresas, quando a turbulência abrandar. É urgente e absolutamente necessário fazer uso cada vez mais lúcido da inteligência.
Parceria de trabalho com a REDDO-Brasil

A Reddo é uma reputada empresa brasileira focada em desenvolvimento de soluções específicas para empreendedores e profissionais da área de Saúde. Estas soluções incluem Comunicação, Marketing, Gestão de Negócios em Saúde, Coaching, Workshops Motivacionais e Planeamento de Carreira.Atender unicamente a este segmento (Saúde) , é uma escolha. Permite que o seu trabalho, na íntegra, seja dedicado a uma área fascinante e de extremo valor, sobretudo, humano.
O seu público-alvo são médicos, farmacêuticos, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, enfermeiros, veterinários, personal trainers, técnicos em radiologia e empreendedores deste segmento. A sua equipe, qualificada e capacitada continuamente, é formada por profissionais multidisciplinares que se dedicam ao compromisso de planear e desenvolver carreiras. A missão da REDDO é apoiar integralmente os profissionais de saúde que colocaram suas carreiras a serviço da qualidade de vida, oferecendo pleno suporte em comunicação, desenvolvimento de competências comportamentais e planeamento estratégico.
O Instituto da Inteligência orgulha-se de comunicar que fornece à REDDO, desde agora, serviço de pesquisa, desenvolvimento de projectos e consultadoria na área da saúde. Para confirmar >> Clique AQUI
Parcerias atuais
-
Conheça nossos atuais parceiros no Brasil
-
Reddo - Consultores de Saúde (Brasil)
Instituto Carpe Diem (Brasil)
Subscrever:
Mensagens (Atom)











